Taças Tibetanas e Gongos

Origens

De acordo com tradição oral tibetana, a existência de Taças Tibetanas remonta ao tempo de Buda Shakyamuni (560 – 480 a.C.).

As Taças tibetanas são instrumentos ancestrais com qualidades sonoras muito próprias. São feitas à mão e compostas por uma mistura de metais como ferro, chumbo, mercúrio, zinco, ferro dos meteoritos dos Himalaias, bismuto, pyrit, brilho de chumbo e um pouco de ouro e prata que fazem delas instrumentos mágicos e únicos.

Os seus sons harmónicos e de frequências específicas emitem vibrações que actuam directa e indirectamente no organismo humano, provocando um relaxamento profundo, seguido de uma harmonização energética que pode desencadear o processo de cura e conduzir ao bem-estar físico, mental e emocional.

Pensa-se que foram levadas da Índia para o Tibete, juntamente com os ensinamentos budistas, pelo grande mestre tântrico Padmasambhava no século 8 d.C.

Como as Taças Tibetanas produzem sons que invocam um estado mental de relaxamento e paz, foram sempre um recurso para se entrar em estado de meditação, que em ultima instância leva à iluminação.

 Apesar de se chamarem Taças Tibetanas, pensa-se que estas são nativas de toda a região dos Himalaias, em especial Índia e Nepal. Como em 1959 houve um grande êxodo de monges tibetanos para o ocidente, aquando da saída do Dalai Lama, muitos trouxeram estes instrumentos, que passaram a ser conhecidos como provenientes do Tibete. Assim, o nome de Taças Tibetanas descreve um tipo de taça feita à mão, nativa dos Himalaias.

Estas taças sempre foram usadas para diversos fins: rituais religiosos, terapia, comer e cozinhar. Só desde há poucas décadas é que o ocidente começou a descobrir os encantos destes sons!

As taças estão muito associadas às imagens de Buda Shakyamuni e à noção budista de vacuidade. O som  é vibração e, por isso, é desprovido de qualquer conteúdo. O som é, por si só, uma lição de desapego – pode ser ouvido, mas não pode ser possuído, pois rapidamente desaparece no silêncio.

Aplicações

As Taças Tibetanas e Gongos:

 –  para Meditação ou Relaxamento:

  • Concertos: podem-se usar sozinhas ou associadas a outros instrumentos
  • Viagens mentais ou induzidas por uma história
  • Yoga, etc
  • Inícios de consultas (médicos, enfermeiros, dentistas, etc.)

–  em Tratamentos:

  • Incluir em massagens, psicoterapia e outras terapias
  • na Educação
  • Crianças (actividades lúdicas, jogos, contar contos, associar com outros instrumentos, etc.)

– como Harmonização de ambientes, cristais, pujas, etc.

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